Porquê educação para todos?

Existem 72 milhões de adultos que são analfabetos.

Estas crianças poderão ser a próxima geração de líderes, estrelas do futebol, médicos e professores. Mas sem estudos, estas ficam destinadas a uma vida de pobreza Essas estão prontas para fazerem os seus trabalhos de casa, mas as taxas escolares, conflictos, trabalhaos em fábricas e em fazendas, perda dos pais devido a doenças, o custo do uniforme escolar ou o facto de serem raparigas, faz com que estas não frequentem a escola.

Seja qual for a sua origem - sejam estas orfãos, refugiados, crianças de classes desfavorecidas, deficientes, crianças soldados, crianças trabalhadoras, de famílias desfavorecidas – o resultado é o memso – não têm o direito a ir a escola e nunca teram a possibilidade de utlizar as suas capacidades no máximo.


A Educação combate a pobreza – e possibilita que as pessoas se ajudem umas as outras.

  • A educação é a chave que serve para quebrar o ciclo de pobreza às famílias, às comunidades e a todos países.

  • Esta conduz ao crecimento económico, a democracia e a um futuro mais estável.

  • A educação é a melhor ferramenta que possuímos para fazer face a pobreza, e é o único investimento que, última instância, é pago por si só: quando uma criança é instruída, irá possivelmente tirar mais proveito disso e será capaz de sustentar melhor a sua família.

  • Um criança que vai escola ganhará 50% a mais e terá menos probalidades de ficar infectada com o VIH/SIDA, se concluir o ensino básico.
Se o nosso objecitvo é combater a pobreza, a saúde e a fome, a Educação Para Todos é de extrema importância. Uma educação pode dar esperança e um futuro às crianças nos países em vias de desenvolvimento, que muito merecem um possibilidade na vida.

real_lives_1Sofia


“Eu sou a Sofia, sou da Tanzânia e tenho 13anos de idade..
Gostaria imenso de ir a escola e de um dia se igual as outras raparigas nos seus uniformes escolares. Sei que se for a escola, um dia serei capaz de ajudar a minha família, visto que terei um bom emprego que paga bem.
Customava passar os meus dias a pastar o gado e as cabras para o meu pai, mas muitos destes animais morreram devido a seca. Neste momento o meu pai está muito doente e foi levado para um hospital muito distante a fim de ser tratado - quem me dera fazer algo para ajudá-lo.
Actualmente, ajudo o meu pai a vendar frutas no mercado e a fazer as tarefas de casa. E, quando a minha adoeçe, tenho de ir ao mercado sozinha, visto que necessitamos desse dinheiro para comprar comida e outros produtos básicos.”

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“Este sou eu, o Pedro e vivo num campo de refugiados na Guatemala , que se chama El Triunfo, nasci aqui. Até há uns anos atrás as pessoas lutavam por um guerra muito longa, muito sangrenta, no meu páis. Nessa altura, o local onde os meus costumavam viver era muito perigoso, estes tiveram que abandonar a sua cidade e vir para aqui para o campo a fim de encontrarem segurança. Os meus pais dizem que depois de deixarem a cidade, a casa, a escola, a cidade foi completamente destruída.
Embora o campo não seja uma cidade, fazemos todos os esforços de modo a torná-lo um lugar agradável para se viver. De manhã, ajudo a minha mãe a fazer a tortilla e depois vou com o meu pai tratar dos animais. A melhor coisa é que vou para a escola, à tarde. Durante muito tempo não houve escolas por aqui, mas agora já vou todos os dias a escola. Isto é muito importante para mim porque quando crescer quero ser médico, assim sendo posso tratar das pessoas onde vivemos.”